sexta-feira, 27 de maio de 2016

VIAGENS INTROSPECTIVAS






















Título: Viagens Introspectivas
Autor: Márcio Catunda
Editora: Expressão Gráfica e Editora (Fortaleza-CE)
Estante: Poesia
Ano: 2016
Encadernação: Brochura
Idioma: Português
ISBN: 978-85-420-0771-8
Páginas: 112 p.
Peso: 155.0 (gr)
Estoque: Três exemplares.
Preço promocional: R$ 19,85 + R$ 5,15 = R$ 25,00.

Descrição: "Viagens Introspectivas", de Márcio Catunda, poesia brasileira contemporânea. Livro novo, limpo, lançado em junho de 2016, sem dedicatória, sem anotações.  Uma das obras que obteve o "Prêmio Diretoria da União Brasileira de Escritores do Estado do Rio de Janeiro, UBE-RJ,  2016, Prêmio Antonio Olinto".  Capa: tela de Aurea Domenech.  Orelhas: Flávio Sarlo e Jarbas Júnior.  Prefácio: Linda Kogure (doutora em estudos literários). Comentários: Lêdo Ivo (1924-2012), Flávio Sarlo e Ricardo Alfaya. Formato: 14 cm x 21 cm, brochura. Expressão e Gráfica Editora, Fortaleza, 2016, 112 p., 155 gramas. //  "Viagens Introspectivas" tem duas partes: "Desassossego" e "Meditação e Natureza".  Na primeira, poemas de inquietação existencial.  Na segunda, de celebração, segundo a "tríade sagrada": poesia, meditação e natureza.  Em Márcio Catunda, essa tríade se apresenta unificada, indissociável e indispensável.  E o veículo para fazer poesia, em meio à natureza, é a introspecção, a meditação.  Um modo de meditar é caminhar, peregrinar, anotando em blocos as impressões. Linda Kogure observa que Márcio lança, a cada ano, em média, três publicações. Nesta, "reitera inquietações existenciais e místicas. Escreve poemas em contemplação tão harmônica com a natureza, que esta se transforma em santuário". Acrescenta que o poeta também é um viajante, em virtude da sua profissão de diplomata:  "Isso faz com que Márcio denote a condição de estrangeiro, ao registrar local e data de alguns poemas, escritos em várias cidades. Viajantes e estrangeiros estão de passagem, são o fora do lugar".  Kogure nota que esse sentimento de estranheza se volta para o próprio autor.  Exemplifica com o poema "Estranho", em que Márcio "suspende sua erudição, fazendo do chulo sua crítica ao capitalismo". Por fim, observa que a metapoesia também se faz constante. Conforme Linda, em "Poética I", Márcio problematiza sobre a criação de seus versos, "que ecoam amalgamados ao sagrado da natureza". (Ricardo Alfaya)

Clique sobre as imagens para vê-las mais nítidas. Inclusive, para ler o poema da quarta capa.


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