quarta-feira, 27 de julho de 2016

MINHAS AMIGAS: retratos afetivos.






Título: Minhas Amigas: retratos afetivos
Autor: Joaquim Ferreira dos Santos
Editora: Objetiva (Rio de Janeiro)
Estante: Literatura Brasileira (crônicas)
Ano: 2012
Encadernação: Brochura cartonada
Dimensões: 14 cm x 21 cm
Idioma: Português
ISBN: 978-85-390-0342-6
Páginas: 207
Peso: 342 (gr)
Preço: R$ 5,80 + R$ 6,55 (frete para todo o Brasil) = R$ 12,35

Descrição: Livro em excelente estado.  Embora usado, tem aspecto de novo. Sem qualquer risco, anotação ou mancha. Encadernação: brochura cartonada, com páginas em papel pólen bege, dimensões 14 cm x 21 cm.  Estante: Literatura Brasileira.   Obra originalmente sem orelhas. Editora Objetiva, Rio de Janeiro, 2012, 207 p., 342 gramas.  A ilustradora da capa e da quarta capa, Mariana Massarani, com seu originalíssimo traço, é também a responsável por várias ilustrações que entremeiam as 100 crônicas curtas de que se compõe o livro. Cada crônica começa com os dizeres “Eu tenho uma amiga”, seguem-se então as características das personagens e a história.  O estilo de Joaquim Ferreira, nessas crônicas, em alguns momentos lembra o delicioso “As Cariocas”, do inesquecível Sérgio Porto. Porém, Joaquim é mais conciso, e suas narrativas, atualíssimas, falam de uma mulher muito diferente daquela da época de Sérgio.  Ademais, Sérgio, mantinha um distanciamento em relação às personagens: não se envolvia nas histórias, apenas as contava.  Ao contrário, Joaquim Ferreira confere um toque de confidência, transforma-se em narrador-personagem.  Ele sabe dos acontecimentos não apenas por testemunhá-los diretamente, mas também pelas confidências das “amigas”.  Aliás, amigas a quem se liga tanto pelo mundo dito “real” quanto pelo “virtual”.  O texto flui leve, despojado, envolvente.  O autor sabe como entreter, prender o leitor; em poucas horas, é possível terminar o livro.  No entanto, que ninguém se engane com essa leveza.  A obra é um retrato tanto crítico quanto humano dos tempos atuais.  O olhar de Joaquim é o de um homem que aprendeu a respeitar o próximo e a exercitar a compaixão, o que não o impede de exibir as contradições e paroxismos de nosso tempo.  Ao falar da mulher, de suas 100 amigas, logicamente também termina falando de seus opostos, os homens com quem se tenham eventualmente envolvido.  Assim, muitas vezes trata das questões amorosas nestes estranhos tempos de relações impermanentes. Era em que o sexo é fácil, mas o sentimento de união é volátil, facilmente desfazendo-se no ar. Quanto a Joaquim Ferreira dos Santos, é colunista de “O Globo” e autor de três outras obras de literatura em prosa. (Ricardo Alfaya)

Nota: Clique sobre as imagens para vê-las com maior nitidez.  Inclusive, para saber o que está escrito na quarta capa.


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