quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

VERDES VOZES MODERNISTAS






Título: Verdes Vozes Modernistas
Autor: Joaquim Branco
Editora: Instituto Francisca de Souza Peixoto (Cataguases-MG)
Estante: Crítica Literária
Ano: 2006
Dimensões: 14 cm x 21 cm
Encadernação: Brochura.  Livro em formato de revista, encadernado com grampos.
Orelhas: Não. Originalmente sem orelhas.
Idioma: Português
ISBN: 85-88965-07-0
Páginas: 84 p.
Peso:  126 (gr)
Estado: Novo
Estoque: 1
Cadastrado em: 14.02.2017
Observação: Capa e foto do autor, na quarta capa, por Natália Tinoco.
Preço:  R$ 23,30 + R$ 4,70 (frete para todo o Brasil) = R$ 28,00

Descrição: Livro novo, sem uso.  Os grampos utilizados para encadernação estão oxidados, tanto na parte externa quanto na interna (no meio do livro); por outro lado, a ferrugem não atingiu nem a capa nem as páginas. Sem dedicatórias, sem nomes manuscritos, sem riscos, sem sublinhados, sem carimbos, sem marcas de fita adesiva, sem furos, sem rasgos. // A obra traça um retrato de Cataguases-MG, na década de 1920, com destaque especial para a “Verde”, revista literária lançada naquela cidade, em 1927, e que existiu por seis números.  Traz ainda a biografia e textos dos nove autores, então rapazes, que fizeram parte da publicação: Ascânio Lopes, Camilo Soares, Enrique de Resende, Fonte-Boa, Francisco Inácio Peixoto, Guilhermino César, Martins Mendes, Oswaldo Abritta e Rosário Fusco.  Textos desses escritores são analisados criticamente por Joaquim Branco, que revela os motivos históricos e estéticos que levaram o periódico a ir além dos limites de sua cidade de origem.  Sim, pois o grupo mineiro contou com o apoio e contato de alguns dos grandes nomes do Modernismo que então também se inaugurava no Brasil, como Mário e Oswald de Andrade, além do poeta Carlos Drummond de Andrade.  E, como mostra Joaquim, a revista precisou enfrentar a resistência da “imprensa oficial” e da mentalidade conservadora do povo de sua própria cidade de origem.  Portanto, o livro constitui um importante documento para melhor compreensão tanto da história do modernismo quanto da ideologia predominante numa significativa cidade do interior de Minas Gerais, que bem pode ser tomada como paradigma da mentalidade dos demais municípios do interior do Sudeste brasileiro e, até mesmo, de outras regiões do país, naquela época. (Ricardo Alfaya)

* Clicando sobre as imagens será possível vê-las melhor. Inclusive, dará para ler os dizeres da quarta capa.

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